"deve ser o macho". sem mais...
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
a visão moçambique
após 20h de voos e mais umas horas chatas em conexões, cheguei à maputo, capital de moçambique ontem à noite. hoje pela manhã, fui para o famoso "mercado do peixe" e tive a grata surpresa de ouvir "reginaldo rossi" sendo interpretado por um cantor local, afinal, corno existe em todo lugar mesmo. abaixo, o vídeo do momento emocionante, fotos de "pons", onde foram aplicadas seu ultra-filtro-fodástico-do-photoshop, e outras minhas (as piores, claro):


































domingo, 19 de julho de 2009
"o elogio é a maior arma do ser humano"
acordar e sentir que a cabeça vai explodir, literalmente, é a pior coisa do mundo. ressaca. agora, já me sinto melhor, o paracetamol me ajudou, em termos, já que ele contribuiu para a destruição ainda maior do meu fígado.
é nesse cenário de recuperação, ao som de tom waits, que me encontro agora. é nele que comento sobre a capacidade limitada de certas pessoas em não saberem aceitar|receber a atenção de outras. por atenção, leia-se carinho, sentimentos ou ações relacionadas. acreditam, de forma inocente e padronizada, que precisam retribuir na mesma moeda. não sabem, então, que o feito por si só já traz esse retorno. enviar um sms|email (tempos modernos), flores (tempos antigos), convidar para jantar, levar um chocolate. nada disso precisa de retorno, além do saber que o recebido foi bem aceito. e, aí que encontra-se algo engraçado: as pessoas não estão preparadas para absorverem coisas boas, isso as desconcertam, criam nelas um sentimento de culpa, por não poderem retribuir da mesma maneira, por não sentirem o mesmo. e por não saberem lidar com isso, afastam aquelas que estão dispostas a oferecer uma atenção verdadeira.
é nesse cenário de recuperação, ao som de tom waits, que me encontro agora. é nele que comento sobre a capacidade limitada de certas pessoas em não saberem aceitar|receber a atenção de outras. por atenção, leia-se carinho, sentimentos ou ações relacionadas. acreditam, de forma inocente e padronizada, que precisam retribuir na mesma moeda. não sabem, então, que o feito por si só já traz esse retorno. enviar um sms|email (tempos modernos), flores (tempos antigos), convidar para jantar, levar um chocolate. nada disso precisa de retorno, além do saber que o recebido foi bem aceito. e, aí que encontra-se algo engraçado: as pessoas não estão preparadas para absorverem coisas boas, isso as desconcertam, criam nelas um sentimento de culpa, por não poderem retribuir da mesma maneira, por não sentirem o mesmo. e por não saberem lidar com isso, afastam aquelas que estão dispostas a oferecer uma atenção verdadeira.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
o testamento
essa semana me senti com o pé na cova. adoeci e fiquei torcendo por uma gripe suína ou dengue, para justificar minha não-vontade-de-fazer-nada, que há dias me consome. bom, mas depois de uma visita à uma médica, que estava bem pior que eu, descobri que não tinha nada além de uma "gripe normal", mesmo insistindo para ela que poderia haver algo mais... depois dessa semana calorosa (acima dos 38 graus frequentes), fiquei me questionando (aquelas grandes indagações existenciais de uma importância suprema): se eu morrer agora, exatamente agora, o que poderei deixar aos outros? fiz, então, um inventário das minhas coisas e divulgo essa valorosa lista aqui:
a. 2 camisetas pretas: uma que fede pra caralho com qualquer pingo de suor e outra que está com as suvacas brancas, por causa dos excelentes desodorantes ultra-transpirantes que uso;
b. 2 pares de sapato: um furado e outro querendo ser cowboy;
c. 3 bermudas: uma que só cabe em mim quando tiro o botão, outra que tem uns 5 anos e costumava ser verde e a terceira que deixou de ser bermuda e passou a ser pano de chão há tempos, só não aceitei ainda essa posição;
d. zero tênis: é, não tenho tênis, calça jeans idem;
e. 1 notebook cheio de mancha preta do suor dos meus braços;
f. 1 ipod da geração alpha da apple: meu mais precioso bem, deve valer uns 30 reais hoje em dia. como perdi o fone, acho que consigo uns 20 nele;
g. 1 par de chinelas havaianas brancas, semi-novas.
depois de ver que minha vida se resume a esses bens materiais, procuro cada vez mais uma saída espiritual. quem souber de um mosteiro por perto, me dá um toque, preciso valer mais que essa lista de supermercado aí de cima.
a. 2 camisetas pretas: uma que fede pra caralho com qualquer pingo de suor e outra que está com as suvacas brancas, por causa dos excelentes desodorantes ultra-transpirantes que uso;
b. 2 pares de sapato: um furado e outro querendo ser cowboy;
c. 3 bermudas: uma que só cabe em mim quando tiro o botão, outra que tem uns 5 anos e costumava ser verde e a terceira que deixou de ser bermuda e passou a ser pano de chão há tempos, só não aceitei ainda essa posição;
d. zero tênis: é, não tenho tênis, calça jeans idem;
e. 1 notebook cheio de mancha preta do suor dos meus braços;
f. 1 ipod da geração alpha da apple: meu mais precioso bem, deve valer uns 30 reais hoje em dia. como perdi o fone, acho que consigo uns 20 nele;
g. 1 par de chinelas havaianas brancas, semi-novas.
depois de ver que minha vida se resume a esses bens materiais, procuro cada vez mais uma saída espiritual. quem souber de um mosteiro por perto, me dá um toque, preciso valer mais que essa lista de supermercado aí de cima.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
"a beleza é uma carta aberta de recomendação"
mas ela não era só bela, havia algo mais. tentei descobrir a noite toda, apenas observando, já que minha falta-de-coragem estava à flor da pele ontem (certo, ela sempre está, não tenho como negar). acho que foi a aparente timidez dela que me atraiu. mas eu tenho certeza que ela não é tímida. ela é daquelas caladas, mas que possui uma vontade enorme de expor que é diferente, de companhia agradável, a que faz muita falta quando não se tem por perto.
"o que a bebida não faz" e o "eu não sou assim" (sonorizado com voz de menininha fresca)
sim. o que ela não é capaz de fazer? há pouco, conversava com uma "amiga" (as aspas são para definir que a relação é sexual apenas e, não, a "amizade colorida" sem graça) e quando brinquei algumas vezes, em um tom mais profundo (um bom trocadilho), ela veio me policiar. que eu me lembre, quando a mesma vira o primeiro copo de cachaça, as obscenidades aparecem em um nível jamais aceitável em meios ditos "sociais". é algo assim terrível, palavras de baixo calão que até me deixam envergonhado, como bom moço que sou.
dia desses, conversava com um amigo sobre o quanto as pessoas se enganam todos os dias, em praticamente todas as relações que fixam, sejam de amizade, profissionais ou afetivas (leia-se "namoricos"). a questão não é agir como outra pessoa de vez em quando, pois isso é normal, mas é agir como outra pessoa a todo instante. é uma espécie de jogo, onde todos trapaceiam, mas fingem que isso não acontece.
ser verdadeiro é a ação que mais me atrai nas pessoas, em especialmente as mulheres. ser primitiva, então, nem se fala. o "eu não sou assim", sendo, é muito broxante. não falar de sexo, prazeres, sabores, gestos, é broxante. muito. enganam-se aquelas que pensam que o homem não valoriza as que falam sobre isso. falar sobre o assunto e ser de baixo nível são coisas diferentes (tudo bem que às vezes estamos atrás do baixo nível mesmo, pois ser homem tem dessas coisas boas). ontem, num bar, como em várias outras vezes, percebi: todas as pessoas ali queriam se comer. poucos tiveram sucesso.
negar o que faz parte da nossa espécie, do eu mais primitivo possível, é algo tolo demais. é meio que viver pela metade.
dia desses, conversava com um amigo sobre o quanto as pessoas se enganam todos os dias, em praticamente todas as relações que fixam, sejam de amizade, profissionais ou afetivas (leia-se "namoricos"). a questão não é agir como outra pessoa de vez em quando, pois isso é normal, mas é agir como outra pessoa a todo instante. é uma espécie de jogo, onde todos trapaceiam, mas fingem que isso não acontece.
ser verdadeiro é a ação que mais me atrai nas pessoas, em especialmente as mulheres. ser primitiva, então, nem se fala. o "eu não sou assim", sendo, é muito broxante. não falar de sexo, prazeres, sabores, gestos, é broxante. muito. enganam-se aquelas que pensam que o homem não valoriza as que falam sobre isso. falar sobre o assunto e ser de baixo nível são coisas diferentes (tudo bem que às vezes estamos atrás do baixo nível mesmo, pois ser homem tem dessas coisas boas). ontem, num bar, como em várias outras vezes, percebi: todas as pessoas ali queriam se comer. poucos tiveram sucesso.
negar o que faz parte da nossa espécie, do eu mais primitivo possível, é algo tolo demais. é meio que viver pela metade.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
meu carnaval 2009 em caicó
1 litro de smirnoff: R$ 17,50;
1 latinha de pitú: R$ 2,50;
ser atropelado pelo caminhão do bloco do magão a 5km/h no primeiro dia de festa: não tem preço.
1 latinha de pitú: R$ 2,50;
ser atropelado pelo caminhão do bloco do magão a 5km/h no primeiro dia de festa: não tem preço.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
minutos de terror
sim, o terrorismo está ao nosso lado, como dizem os americanos. Eles estavam certos, vou provar. ontem, domingo, estava em uma lanchonete com um amigo (amigo?) e ele me intimou "amanhã às 6h da manhã iremos fazer spinning e caso você não vá, passarei na sua casa após a aula e gritarei: 'seu gordo preguiçoso!'". acordei às 5h28min, esperando algo cansativo, pois já havia visto em matérias de tv o quanto esse exercício fazia perder 1 trilhão de calorias em 1h de prática. cansativo é uma coisa, terror é outra. cheguei na academia, ajustei a bicicleta e comecei a sofrer mortalmente. pressão por todos os lados: música ruim + pessoas empolgadas às 6h da manhã (como pode?). após 45 minutos de aula, me sinto bem em dar algumas dicas para os iniciantes:
1. o foco principal na sua mente deve ser "sobrevivência". achar que você será o super-atleta - ou até mesmo o mais medíocre dessa classe - é tolice. sobreviver é a lei;
2. jamais, jamais (leia-se novamente: jamais) siga as instruções do professor, pois cada pedido dele é uma ordem ao seu desgaste excessivo;
3. interprete sabiamente todos os comandos dele, seguindo a seguinte linha: quando ele pedir "pessoal, vamos aumentar a carga e subir ladeira", deite-se na bicicleta - se possível, durma de olhos abertos. se ele disser "só falta mais 1 música", não se anime muito, pois essas músicas eletrônicas duram 10 minutos cada;
4. procure por alguém na turma que seja mais inútil que você. é de conhecimento de todos que o ser humano sente prazer ao ver o seu semelhante em posição pior que a sua e essa aula é a prova final que isso é verdade, sem frescuras. é a verdade absouta. >> "desculpe-me gordinha, mas você parou de pedalar mais vezes que eu";
seguindo essas dicas rápidas você poderá se tornar um paulo cintura em breve, "yeah yeah".
1. o foco principal na sua mente deve ser "sobrevivência". achar que você será o super-atleta - ou até mesmo o mais medíocre dessa classe - é tolice. sobreviver é a lei;
2. jamais, jamais (leia-se novamente: jamais) siga as instruções do professor, pois cada pedido dele é uma ordem ao seu desgaste excessivo;
3. interprete sabiamente todos os comandos dele, seguindo a seguinte linha: quando ele pedir "pessoal, vamos aumentar a carga e subir ladeira", deite-se na bicicleta - se possível, durma de olhos abertos. se ele disser "só falta mais 1 música", não se anime muito, pois essas músicas eletrônicas duram 10 minutos cada;
4. procure por alguém na turma que seja mais inútil que você. é de conhecimento de todos que o ser humano sente prazer ao ver o seu semelhante em posição pior que a sua e essa aula é a prova final que isso é verdade, sem frescuras. é a verdade absouta. >> "desculpe-me gordinha, mas você parou de pedalar mais vezes que eu";
seguindo essas dicas rápidas você poderá se tornar um paulo cintura em breve, "yeah yeah".
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
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